sexta-feira, setembro 28
Sábado com Silvério Pontes e Zé da Velha
Queridos amigos, neste sábado (29) estarei ao lado de dois feras da música instrumental brasileira: o trompetista Silvério Pontes e o trombonista Zé da Velha, participando do projeto "Boteco Bohemia" no bar São Benedito, na praça Benedito Calixto (Pinheiros). O show começa às 18h. Sei que também estarão o grande cavaquinista Alessandro Cardoso e o violonista Charles, todos da cidade maravilhosa. Espero vocês.
terça-feira, setembro 18
Obrigada, muito obrigada!
Não posso escrever muito além de meus agradecimentos profundos ao público que me prestigiou neste último final de semana e lotou o Teatro Paulo Autran, no Sesc Pinheiros. Repito o que disse em cena: este trabalho é nosso, é do Brasil.
Agradeço a todos os músicos e minha equipe de trabalho por mais esta realização. Em breve, tem lançamento de novo. Beijos
Agradeço a todos os músicos e minha equipe de trabalho por mais esta realização. Em breve, tem lançamento de novo. Beijos
sábado, setembro 8
"Já clareou, Fabi, já clareou" - Texto de Nei Lopes
Amigos, um depoimento que muito me deixa emocionada e confiante desta estrada musical que escolhi. O mestre Nei Lopes escreve aqui sobre meu segundo trabalho "Quando o céu clarear".
JÁ CLAREOU, FABI, JÁ CLAREOU!
Em um texto recém publicado em livro (O racismo explicado aos meus filhos. Rio, Agir, 2007), escrevemos a certa altura sobre a “opção étnica” por pessoas de ascendência biológica e cultural mista. Acentuamos neste texto que, por exemplo, quando uma pessoa filha de um negro com uma descendentes de europeus ou vice-versa se reivindica como afro-descendente, o que ela está ressaltando ou querendo evidenciar é a parte de sua herança etnocultural que a faz ser uma discriminada em potencial e que, por isso ela assume em sua postura contra a discriminação e o racismo.
Escrita alguns meses antes de ouvirmos o CD Quando o céu clarear de nossa querida e talentosa amiga Fabiana Cozza, essa maravilhosa afro-italiana que o intenso movimento musical de Sampa colocou em nosso caminho, essa afirmação cai como uma luva não só no conceito do disco quanto na postura de Fabiana diante da vida.
Filha de negro sambista ‘gogó de ouro’ da Barra Funda, mas carregando um sobrenome com dois ‘zz’ que não deixa a menor dúvida, Fabi é isso. E, por isso, abre seu disco pedindo licença para incensar nossos ouvidos, nossa sensibilidade e nossa mente com um oloroso samba-de-roda de um dos mestres da recriação dos eternos temas do samba-de-roda baiano, Roque Ferreira. E feita essa aromática abertura, diz claramente a que veio.
Fabiana diz – e como diz! – na envolvente doçura dos já imortais Dona Ivone Lara-Délcio Carvalho, representantes da mais pura tradição lírico melódico dos terreiros do samba carioca. Depois, literalmente “arrebenta” num samba de meu ‘cumpádi’ Paulinho Pinheiro com Rubens Nogueira, que me remete ao mais vibrantemente negro das interpretações sambísticas da saudosa Elis Regina, dos tempos do Vou deitar e rolar e da Lapinha. Para, mais lá pra frente, fazer o mesmo, em Nação, me levando até à divina mulatice de Clara Nunes, numa recriação personalíssima do clássico boscoblanqueano. Aí, traz a jovem fidalguia do canto afro-mestiço de meus parceiro do Quinteto BP, uma das melhores coisas que São Paulo, em termos de arte não colonizada, produziu nos últimos tempos. E, então, depois de passar por outros sambas também da melhor qualidade, cai dentro, literalmente com força e coragem, de algo do qual há muito tempo eu desejava falar, que é a presença da tradição dos orixás na música popular.
Fissurado que sou na música tradicional afro-cubana, observo que em cada 14 faixas de cada CD que chegam lá da Ilha, direto ou por outras vias, é raríssimo que uma ou mais não sejam dedicadas às divindades africanas que vieram com nossos ancestrais escravizados, ajudando-os a resistir ao martírio e a construir as duas melhores tradições musicais do Planeta. Só que Cuba, por razões políticas e até econômicas é hoje a Meca das religiões de matriz africana, enquanto que o Brasil é esse vasto mercado neo-pop-pentecostal que nos polui olhos e ouvidos a cada girada do botão ou do controle-remoto e a cada esquina. Então, não é que Fabi teve a fé e a ousadia de fazer um disco em que quase metade das canções menciona orixás? E até chamou músicos cubanos para participar!?
Só essa coerência para mim valeria a obra e a produção. Mas por trás disso tem muito mais. Tem a força de uma cantora total e comprometida. Que duvido que daqui a pouco seja capaz de ‘dar um pulinho noutra praia’, só ‘de brincadeirinha’. Ou, cá entre nós, pra faturar uns trocados. Duvid-o-dó. Do borogodó. Porque Fabi, como artista e pessoa, é uma das criaturas mais íntegras que já conheci. E o céu para ela, com esse belíssimo disco (que muito mais que afro ou italiano é brasileiro, da silva), é claro que já clareou.
Nei Lopes
Seropédica, RJ, jul.2007.
JÁ CLAREOU, FABI, JÁ CLAREOU!
Em um texto recém publicado em livro (O racismo explicado aos meus filhos. Rio, Agir, 2007), escrevemos a certa altura sobre a “opção étnica” por pessoas de ascendência biológica e cultural mista. Acentuamos neste texto que, por exemplo, quando uma pessoa filha de um negro com uma descendentes de europeus ou vice-versa se reivindica como afro-descendente, o que ela está ressaltando ou querendo evidenciar é a parte de sua herança etnocultural que a faz ser uma discriminada em potencial e que, por isso ela assume em sua postura contra a discriminação e o racismo.
Escrita alguns meses antes de ouvirmos o CD Quando o céu clarear de nossa querida e talentosa amiga Fabiana Cozza, essa maravilhosa afro-italiana que o intenso movimento musical de Sampa colocou em nosso caminho, essa afirmação cai como uma luva não só no conceito do disco quanto na postura de Fabiana diante da vida.
Filha de negro sambista ‘gogó de ouro’ da Barra Funda, mas carregando um sobrenome com dois ‘zz’ que não deixa a menor dúvida, Fabi é isso. E, por isso, abre seu disco pedindo licença para incensar nossos ouvidos, nossa sensibilidade e nossa mente com um oloroso samba-de-roda de um dos mestres da recriação dos eternos temas do samba-de-roda baiano, Roque Ferreira. E feita essa aromática abertura, diz claramente a que veio.
Fabiana diz – e como diz! – na envolvente doçura dos já imortais Dona Ivone Lara-Délcio Carvalho, representantes da mais pura tradição lírico melódico dos terreiros do samba carioca. Depois, literalmente “arrebenta” num samba de meu ‘cumpádi’ Paulinho Pinheiro com Rubens Nogueira, que me remete ao mais vibrantemente negro das interpretações sambísticas da saudosa Elis Regina, dos tempos do Vou deitar e rolar e da Lapinha. Para, mais lá pra frente, fazer o mesmo, em Nação, me levando até à divina mulatice de Clara Nunes, numa recriação personalíssima do clássico boscoblanqueano. Aí, traz a jovem fidalguia do canto afro-mestiço de meus parceiro do Quinteto BP, uma das melhores coisas que São Paulo, em termos de arte não colonizada, produziu nos últimos tempos. E, então, depois de passar por outros sambas também da melhor qualidade, cai dentro, literalmente com força e coragem, de algo do qual há muito tempo eu desejava falar, que é a presença da tradição dos orixás na música popular.
Fissurado que sou na música tradicional afro-cubana, observo que em cada 14 faixas de cada CD que chegam lá da Ilha, direto ou por outras vias, é raríssimo que uma ou mais não sejam dedicadas às divindades africanas que vieram com nossos ancestrais escravizados, ajudando-os a resistir ao martírio e a construir as duas melhores tradições musicais do Planeta. Só que Cuba, por razões políticas e até econômicas é hoje a Meca das religiões de matriz africana, enquanto que o Brasil é esse vasto mercado neo-pop-pentecostal que nos polui olhos e ouvidos a cada girada do botão ou do controle-remoto e a cada esquina. Então, não é que Fabi teve a fé e a ousadia de fazer um disco em que quase metade das canções menciona orixás? E até chamou músicos cubanos para participar!?
Só essa coerência para mim valeria a obra e a produção. Mas por trás disso tem muito mais. Tem a força de uma cantora total e comprometida. Que duvido que daqui a pouco seja capaz de ‘dar um pulinho noutra praia’, só ‘de brincadeirinha’. Ou, cá entre nós, pra faturar uns trocados. Duvid-o-dó. Do borogodó. Porque Fabi, como artista e pessoa, é uma das criaturas mais íntegras que já conheci. E o céu para ela, com esse belíssimo disco (que muito mais que afro ou italiano é brasileiro, da silva), é claro que já clareou.
Nei Lopes
Seropédica, RJ, jul.2007.
segunda-feira, agosto 27
sábado, agosto 25
Lançamento do CD novo!!!
Amigos chegou a hora!!! Com muita felicidade convido-os para o lançamento de meu segundo CD 'Quando o céu clarear', título também de uma canção de Roque Ferreira, a número 6 do CD. Produção e cabeça à mil, vocês podem imaginar!!! No coração, a certeza de um trabalho muito apaixonado e brasileiro, voltado para o samba e todo um contingente afro que vocês já acompanham nos shows.
Anotem na agenda: 15 e 16/setembro no Sesc Pinheiros com participações pra lá de especias de Dona Ivone Lara e dos músicos cubanos Julio Padrón (trompete) e Yaniel Matos (piano) - todos gravaram no CD. Os ingressos estarão à venda em todas as unidades do Sesc.
A direção musical e os arranjos são de Marcos Paiva e a direção cênica de Olívia Araújo. A festa só vai valer a pena se for todo o mundo! Por enquanto, ensaios e mais ensaios...
Abaixo, os parceiros e toda minha equipe que tá suando pra deixar tudo lindo:
Direção Musical e Arranjos - Marcos Paiva
Direção Cênica - Olívia Araújo
Preparação vocal - Maude Salazar
Preparação corporal - Jorge Balbyns
Orientação Dança-Afro - Irineu Nogueira
Figurinos - Valéria Soares
Camareira - Marlene Collé
Técnico de som - Adonias Junior
Técnico de luz - Luciano Paes
Maquiagem e cabelo - Luciano Paradella
Fotos - João Castilho
Produção executiva - Fran Carlo e Agô Produções
Parceiros: Diagnosticos da America, Estúdio Loop e Gravadora Eldorado
Anotem na agenda: 15 e 16/setembro no Sesc Pinheiros com participações pra lá de especias de Dona Ivone Lara e dos músicos cubanos Julio Padrón (trompete) e Yaniel Matos (piano) - todos gravaram no CD. Os ingressos estarão à venda em todas as unidades do Sesc.
A direção musical e os arranjos são de Marcos Paiva e a direção cênica de Olívia Araújo. A festa só vai valer a pena se for todo o mundo! Por enquanto, ensaios e mais ensaios...
Abaixo, os parceiros e toda minha equipe que tá suando pra deixar tudo lindo:
Direção Musical e Arranjos - Marcos Paiva
Direção Cênica - Olívia Araújo
Preparação vocal - Maude Salazar
Preparação corporal - Jorge Balbyns
Orientação Dança-Afro - Irineu Nogueira
Figurinos - Valéria Soares
Camareira - Marlene Collé
Técnico de som - Adonias Junior
Técnico de luz - Luciano Paes
Maquiagem e cabelo - Luciano Paradella
Fotos - João Castilho
Produção executiva - Fran Carlo e Agô Produções
Parceiros: Diagnosticos da America, Estúdio Loop e Gravadora Eldorado
quinta-feira, agosto 23
quinta-feira, agosto 2
Shows de agosto
queridos amigos, segue a agenda de agosto... até já!
AGOSTO
16
Sesc São Caetano
rua Piauí, 554 – São Caetano/SP
20h
17
Projeto "Anhangüera dá Samba" com Inimigos do Batente
participação especial: Fabiana Cozza
Sede do Clube Anhangüera
rua dos Italianos 1261 - São Paulo
22h
25
Teatro HSBC
Pré-lançamento do CD "Quando o céu clarear"
av. Luiz Xavier, 11-A – Curitiba/PR
20h
31
Ó do Borogodó
"Esquenta" para o lançamento do CD "Quando o céu clarear" em SP
rua Horacio Lane, 21
22h
AGOSTO
16
Sesc São Caetano
rua Piauí, 554 – São Caetano/SP
20h
17
Projeto "Anhangüera dá Samba" com Inimigos do Batente
participação especial: Fabiana Cozza
Sede do Clube Anhangüera
rua dos Italianos 1261 - São Paulo
22h
25
Teatro HSBC
Pré-lançamento do CD "Quando o céu clarear"
av. Luiz Xavier, 11-A – Curitiba/PR
20h
31
Ó do Borogodó
"Esquenta" para o lançamento do CD "Quando o céu clarear" em SP
rua Horacio Lane, 21
22h
segunda-feira, julho 30
Para Iemanjá - por Marcelino Freire
Oferenda não é essa perna de sofá. Essa marca de pneu. Esse óleo, esse breu. Peixes entulhados, assassinados. Minha Rainha.
Não são oferenda essas latas e caixas. Esses restos de navio. Baleias encalhadas. Pingüins tupiniquins, mortos e afins. Minha Rainha.
Não fui eu quem lançou ao mar essas garrafas de Coca. Essas flores de bosta. Não mijei na tua praia. Juro que não fui eu. Minha Rainha.
Oferenda não são os crioulos da Guiné. Os negros de Cuba. Na luta, cruzando a nado. Caçados e fisgados. Náufragos. Minha Rainha.
Não são para o teu altar essas lanchas e iates. Esses transatlânticos. Submarinos de guerra. Ilhas de Ozônio. Minha Rainha.
Oferenda não é essa maré de merda. Esse tempo doente. Deriva e degelo. Neste dia dois de fevereiro. Peço perdão. Minha Rainha.
Se a minha esperança é um grão de sal. Espuma de sabão. Nenhuma terra à vista. Neste oceano de medo. Nada. Minha Rainha.
Texto de Marcelino Freire.
Não são oferenda essas latas e caixas. Esses restos de navio. Baleias encalhadas. Pingüins tupiniquins, mortos e afins. Minha Rainha.
Não fui eu quem lançou ao mar essas garrafas de Coca. Essas flores de bosta. Não mijei na tua praia. Juro que não fui eu. Minha Rainha.
Oferenda não são os crioulos da Guiné. Os negros de Cuba. Na luta, cruzando a nado. Caçados e fisgados. Náufragos. Minha Rainha.
Não são para o teu altar essas lanchas e iates. Esses transatlânticos. Submarinos de guerra. Ilhas de Ozônio. Minha Rainha.
Oferenda não é essa maré de merda. Esse tempo doente. Deriva e degelo. Neste dia dois de fevereiro. Peço perdão. Minha Rainha.
Se a minha esperança é um grão de sal. Espuma de sabão. Nenhuma terra à vista. Neste oceano de medo. Nada. Minha Rainha.
Texto de Marcelino Freire.
sexta-feira, julho 27
Rua do Samba no sábado
A última roda reuniu 3 mil pessoas em torno do largo General Osório. Vamos bater este recorde no sábado, a partir das 14h. A coordenação desta iniciativa é do meu amigo T-Kaçula e seu grupo Samba Autêntico. Quem ainda não conhece, tá perdendo... Sábado agora (28)!
Ó do Borogodó
Queridos, amanhã volto ao Ó após dois meses (rua Horacio Lane, 21 - Vila Madalena). A saudade é muita e nem o frio conseguiu me resfriar. O samba vai ser quentíssimo! Teremos ainda presenças dos saxofonistas Humberto Araújo (RJ) e Thiago França (SP). O percussionista Ricardo Valverde prometeu aparecer com músicos cubanos e o time que me acompanhará é: Lula Gama (violão), Ildo Silva (cavaquinho), João Poleto (sax e flauta), Cebola e Julio Cesar (percussão).
Neste encontro, mostrarei em primeira mão algumas canções do CD novo que já está saindo do forno com lançamento para setembro. Já, já eu conto mais. Abraços.
Neste encontro, mostrarei em primeira mão algumas canções do CD novo que já está saindo do forno com lançamento para setembro. Já, já eu conto mais. Abraços.
sexta-feira, julho 13
Trapiche domingo com T-Kaçula
Queridos amigos, neste domingo (15) volto ao Trapiche Gamboa no Rio de Janeiro, a partir das 20h, para fazer aquele nosso encontro mensal festivo. Serei acompanhada pelos músicos Alessandro Cardoso (cavaquinho), Humberto Araújo (sax e flauta), Rafael (violão), Zero e Rodrigo (percussão).
Terei a presença especial do amigo e compositor T-Kaçula, articulador da rua do Samba Paulista que reúne mensalmente 3 mil pessoas no largo General Osório. A grande e linda Iracema Monteiro me soprou que vai baixar por lá e dar aquela canja especial. Espero vocês com a alegria de sempre. Um abraço.
Trapiche Gamboa - rua Sacadura Cabral, 151 - Gamboa/RJ
Terei a presença especial do amigo e compositor T-Kaçula, articulador da rua do Samba Paulista que reúne mensalmente 3 mil pessoas no largo General Osório. A grande e linda Iracema Monteiro me soprou que vai baixar por lá e dar aquela canja especial. Espero vocês com a alegria de sempre. Um abraço.
Trapiche Gamboa - rua Sacadura Cabral, 151 - Gamboa/RJ
quarta-feira, julho 4
Agenda de Julho
Queridos amigos, segue a agenda de julho. Abraços!
Julho
6
Cantos Negreiros em Paraty
Hotel do Frade S.A
Praia do Frade BR 101 KM 508 - Angra dos Reis - RJ
20h
8
Estação Férias Inverno
Fabiana Cozza e Alessandro Penezzi
Livraria Saraiva - Shoping Morumbi
16h
Grátis. Ingressos, no site da Rádio Eldorado http://www.radioeldorado.com.br/fm/promocoes/EFI2007/regulamento.htm
13
Espaço Cultural Veja São Paulo
av. Mario Otoni Rezende, 173
Campos do Jordão - SP
20h
15
Trapiche Gamboa
rua Sacadura Cabral, 151 - Gamboa
Rio de Janeiro - RJ
21
Cantos Negreiros
Espaço Cultural Domingos Fernandes
Itu - SP
20h
22
"Caros Amigos" - Comunidade Coral Luther King
participação especial: Fabiana Cozza
Capela do Hospital Santa Catarina
av. Paulista, 200
19h30
Julho
6
Cantos Negreiros em Paraty
Hotel do Frade S.A
Praia do Frade BR 101 KM 508 - Angra dos Reis - RJ
20h
8
Estação Férias Inverno
Fabiana Cozza e Alessandro Penezzi
Livraria Saraiva - Shoping Morumbi
16h
Grátis. Ingressos, no site da Rádio Eldorado http://www.radioeldorado.com.br/fm/promocoes/EFI2007/regulamento.htm
13
Espaço Cultural Veja São Paulo
av. Mario Otoni Rezende, 173
Campos do Jordão - SP
20h
15
Trapiche Gamboa
rua Sacadura Cabral, 151 - Gamboa
Rio de Janeiro - RJ
21
Cantos Negreiros
Espaço Cultural Domingos Fernandes
Itu - SP
20h
22
"Caros Amigos" - Comunidade Coral Luther King
participação especial: Fabiana Cozza
Capela do Hospital Santa Catarina
av. Paulista, 200
19h30
quinta-feira, junho 21
Lançamento de audiolivro e apresentação do Cantos Negreiros
Amigos, neste sábado (23) acontece o lançamento do audiolivro 'Contos Negreiros' do Marcelino Freire na Biblioteca Alceu Amoroso Lima, às 18h. Para comemorar, faremos o espetáculo 'Cantos Negreiros' inspirado nesta obra. Participam também Douglas Alonso (percussão) e Marcos Paiva (violão). O espaço fica na avenida Henrique Schaummann 777, esquina com a Cardeal Arcoverde. Mais informações sobre o livro, acesse www.livrofalante.com.br
quarta-feira, junho 13
Virgínia Rosa no Auditório do Ibirapuera
Queridos, a grande cantora e amiga Virgínia Rosa lança seu lindo álbum "Samba a Dois" no Auditório do Ibirapuera neste final de semana. O espetáculo começa na sexta com convidados. Participo na estréia desta festa. Esperamos vocês!
quarta-feira, junho 6
Agenda de junho
Amigos, desculpem o transtorno do site oficial fora do ar mas estamos passando por um momento de transição. CD novo, site novo, a cantora é a mesma... hehehe.
Segue minha agenda de junho. Abraços...
JUNHO
10
Trapiche Gamboa
rua Sacadura Cabral, 155
Rio de Janeiro/RJ
19h
15
Participação especial no show de Virgínia Rosa
Auditório do Ibirapuera
Parque do Ibirapuera - São Paulo/SP
21h
22
Ó do Borogodó
rua Horacio Lane, 21 - Vila Madalena
São Paulo/SP
22h
23
Cantos Negreiros
Espetáculo cênico-musical com Marcelino Freire (escritor) e Douglas Alonso (percussão)Biblioteca Alceu Amoroso Lima
av. Henrique Schaumann - São Paulo/SP
18h
Segue minha agenda de junho. Abraços...
JUNHO
10
Trapiche Gamboa
rua Sacadura Cabral, 155
Rio de Janeiro/RJ
19h
15
Participação especial no show de Virgínia Rosa
Auditório do Ibirapuera
Parque do Ibirapuera - São Paulo/SP
21h
22
Ó do Borogodó
rua Horacio Lane, 21 - Vila Madalena
São Paulo/SP
22h
23
Cantos Negreiros
Espetáculo cênico-musical com Marcelino Freire (escritor) e Douglas Alonso (percussão)Biblioteca Alceu Amoroso Lima
av. Henrique Schaumann - São Paulo/SP
18h
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